Anderson Rocha Leal, Advogado

Anderson Rocha Leal

Socorro (SP)

Sobre mim

Advogado, Músico, Motociclista, Cristão.
Advogado, formado pela USF - Bragança Paulista em 2006, exerço atividades em escritório juntamente com meu professor e Pai, especialista em Direito e Processo do Trabalho - Fac. Legale (SP). Atuo nas áres de D. Trabalho, D. Civil e Família e Sucessões.

Formação técnica em: MS-DOS, Windows, Clipper, Cobol, Redes, Delphi 4, Visual Basic 5, Office.


Em formação: Música (Trompete) desde 7 anos, que devido ao tempo e outras atividades se tornou um Hobby semanal.

Principais áreas de atuação

Direito de Família, 33%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito Civil, 33%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito do Trabalho, 33%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

Comentários

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Anderson Rocha Leal, Advogado
Anderson Rocha Leal
Comentário · há 11 anos
Sem medo de cometer qualquer erro, Vossa Excelência conseguiu sintetizar o sentimento de todas as religiões no texto que nos expuseste.

A nossa querida Carta Cidadã, deve ser respeitada, cumprida e zelada tal como uma jóia preciosa, não devemos tratar nossa
Constituição como um lençol extremamente usado e cheio de buracos que devam ser "remendados" ou "emendados".

O convívio harmonioso entre religiões é possível sim, assim como Corinthianos e Palmeirenses podem conviver em harmonia, para que isso ocorra basta tão somente existir RESPEITO ÀS DESIGUALDADES.

Também sou protestante e heterosexual, isso não me impede de conviver com pessoas de outras religiões ou de outras opções sexuais. Pelo contrário, faz-me acreditar ainda mais na possibilidade de convivência pelo simples fato de me expressar, faz-se com que minha opinião seja observada.

Isso não quer dizer que todos em minha volta devam acatar minhas opiniões, mas apenas respeitá-las. Às outras religiões, que sobrevivam, que divulguem, que angariem adeptos, que preguem sua ideologia (respeitando as demais publicamente), que façam seus eventos públicos ou não, e conduzam seus fiéis pelo caminho proposto e sejam felizes. Da mesma forma aqueles que possuem qualquer tipo de opinião diferenciada, que seja respeitado pela sua prática, desde que legalmente aceita, e tenha resguardado seu espaço de convívio social.

A sociedade brasileira é extremamente miscigenada devido às nossas origens étnico-culturais. de forma alguma conseguiremos uniformizar o pensamento religioso-cultural em nosso país. Nesse íter, a escolha mais apropriada a se fazer não é "remendar", nem tampouco "emendar", mas manter; manter a idéia original de convivência mútua.

É difícil? Sim, extremamente difícil dado ao extremismo de uns e outros; mas não é impossível se houver a intervenção estatal de forma laica, ou seja, de forma a estabelecer um convívio natural e saudável entre todas as opiniões, entre todos os credos, entre todos os pensamentos, etc.

Quando conseguiremos isso? Não sei, mas o primeiro passo com certeza está delineado nas sábias palavras de Vossa Excelência, nessa carta aberta tão bem redigida.

Deixo aqui meus votos de apoio e distinta consideração.
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